Mirabolante

Actividade participativa e instalação artística interativa de Ângela Rocha

RECOLHA DE VISÕES RARAS
DATA 12 DE JANEIRO A 3 DE MARÇO 2023
HORÁRIO CONSULTAR HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DE CADA PONTO DE RECOLHA
LOCAL BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL E BIBLIOTECAS MUNICIPAIS DAS CAPITAIS DE DISTRITO CONTINENTAIS E REGIÕES AUTÓNOMAS (lista completa em baixo)
QUEM PODE PARTICIPAR TODA A GENTE!
COM O QUÊ TEXTOS CURTOS, PEQUENOS OBJETOS, DESENHOS OU IMAGENS QUE SEJAM REPRESENTATIVOS DE UMA VISÃO RARA DE FUTURO. AS MENSAGENS DEVEM SER ANÓNIMAS

DESCARREGAR “GUIA MIRABOLANTE”

EXPOSIÇÃO INTERATIVA
DATA 8 A 18 DE JUNHO 2023
HORÁRIO 9:00 – 18:00
LOCAL PQ23 – MERCADO DE HOLEŠOVICE

PARA MAIS INFORMAÇÕES
Guilherme Gomes
guilherme@teatrodacidade.pt

Procuram-se visões Raras de futuro
Procuram-se boas esperanças
Procura-se recheio de bolinho da sorte
Procuram-se promessas
Procuram-se visionários
Procura-se o que, mais cedo ou mais tarde, há-de vir

Aproveitando o impulso do novo ano, MIRABOLANTE é um projeto que convida pessoas em Portugal a prever visões raras para o futuro.

Como complemento à instalação artística Metade dos Minutos, Ângela Rocha propõe uma atividade que aprofunda a dimensão representativa do país – com todas as “visões raras” que nele podem caber.

Nesta atividade “previsões de futuro”, presságios, desejos e receios, mensagens utópicas ou distópicas sob a forma de palavras, desenhos, pequenos objetos ou imagens, serão recolhidas em Portugal e disponibilizadas em Praga. Privilegiando a importância das Bibliotecas Municipais como espaço agregador e de intermediação com a comunidade, MIRABOLANTE conta com a colaboração da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas que, através da sua rede e em diálogo com a Direção-Geral das Artes, possibilitou a distribuição de caixas de recolha nas Bibliotecas Municipais em todas as capitais de distrito de Portugal continental. A Biblioteca Municipal do Funchal e a Biblioteca Pública de Ponta Delgada são também parceiras do projeto, viabilizando a extensão da representação portuguesa a todo o território nacional.

Após o processo de recolha, seleção e tradução (quando aplicável), estas mensagens estarão acessíveis a qualquer visitante durante a Quadrienal, através de uma “máquina de brindes” cenografada ao jeito de uma bola de cristal. Cada pessoa poderá recolher, de forma aleatória, uma cápsula transparente que contém uma “visão” única e original.

Esta actividade serve para confirmarmos uns aos outros que o futuro existe – e que será belo.

Pontos de Recolha

FICHA TÉCNICA/ARTÍSTICA

Criação coletiva: Teatro da Cidade
Texto: Guilherme Gomes
Interpretação: Bernardo Souto, Guilherme Gomes, João Reixa, Nídia Roque, Rita Cabaço
Cenografia: Ângela Rocha
Figurinos: Teatro da Cidade
Desenho de luz e operação: Rui Seabra
Desenho de som: Sofia Queiroz
Captação e edição de vídeo: Pedro Jorge
Registo fotográfico e vídeo: Luís Belo
Produção: Margarida Silva
Co-produção: Teatro Viriato

Agradecimentos: Ana Paula Correia, Ana Rita Soares dos Santos, Beatriz Maia, CAL – Primeiros Sintomas, Caratina Caixeiro, Centro Cultural e Recreativo dos Coruchéus, Elsa Almeida, Joana Villaverde, João Nunes, João Pedro Plácido, Luís Belo, Lília Basílio, Manuel Calado, Maria João Garcia, Município de Viseu, Mário Rui Santos, Patrícia Portela, Polícia Judiciária, Rita Carvalho, Rui Macário, Rui Xavier, Sofia Queiroz, equipa d’O Espaço do Tempo e equipa do Teatro Viriato
Apoios para a criação do projecto: Direcção Geral das Artes; Município de Viseu – Eixo Cultura; Fundação GDA; Teatro Viriato; RTP Palco; Garantir Cultura – Fundo de Fomento Cultural

FOLHA DE SALA

Topografia é o segundo espectáculo do Teatro da Cidade. Depois de Os Justos, de Albert Camus, decidimo-nos a um novo desafio: a criação colectiva original de um espectáculo que se debruça sobre o conceito de comunidade.
O teatro obriga-nos a experienciar este conceito, e quanto mais colectivo é o processo, mais nos confrontamos com a experiência de saber estar em comunidade. Quando decidimos ser “criadores colectivos” – palavras que, juntas, já por si se tornam paradoxais – abdicamos, em grande parte, da nossa individualidade para que de alguma forma a possamos testar ao mesmo tempo.
Saber que aos grupos de teatro se chama companhia é algo que diz bastante sobre a natureza do que se faz em palco. E, assim, a palavra companhia é cara ao conceito de Comunidade. O teatro é, ou pode ser, lugar para contrariar o que no mundo se vai vivendo:

se os dias correm mais depressa, no teatro a espessura do tempo, como nas ruínas, segura-nos; se nos tornamos individualistas na vida quotidiana, no teatro estamos inevitavelmente juntos.
Sobre Topografia pode dizer-se, sem querer entrar em autodefinições, que nasce da nossa cabeça, pode ser espelho destas pessoas, e assim há-de funcionar mais como espectáculo sobre a comunidade que é o Teatro da Cidade do que sobre outra comunidade qualquer. No entanto é sobre o mundo que queremos reflectir e para isso usamos referências e criamos situações que nada têm de nós.
Não há forma de reflectir inteiramente sobre um conceito tão vasto como Comunidade – algo que aprendemos com Os Justos e a Justiça – reflectimos sobre parte disso; e se nos propomos a pensar não encontraremos resposta: estamos, apenas, a iniciar um período de atenção em relação ao tema.

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