O Paraíso São Os Outros

Teatro da Cidade/Nídia Roque (2026)

ONDE E QUANDO

Lisboa (PT)
CCB – Fábrica das Artes/BLACK BOX
27 a 30 de Janeiro, 2026:
3 sessões para escolas
31 Janeiro e 1 de Fevereiro, 2026:
3 sessões para público geral

Montijo (PT)
Casa da Música Jorge Peixinho
13 e 14 de Fevereiro, 2026.
2 sessões para escolas; 1 para famílias

Braga (PT)
Theatro Circo, Pequeno Auditório
20 e 21 de Fevereiro, 2026.
2 sessões para escolas; 2 para público geral

Leiria (PT)
Teatro José Lúcio da Silva
29 de Março, 2026.

Com base na obra homónima de Valter Hugo Mãe, “O Paraíso São Os Outros” é um espectáculo imersivo para a infância e juventude, que parte de uma pergunta tão simples quanto imensa: onde reside o amor? Pela voz de uma rapariga que observa o mundo à sua volta, seguimos um percurso sensível por diferentes formas de afeto — nas famílias, nos animais, nas amizades, nos gestos do dia a dia — num olhar terno e atento sobre as relações humanas. Através de um dispositivo cénico sensorial que aproxima intérpretes e espectadores, o espetáculo convida à escuta, ao pensamento e à partilha, fazendo do encontro um lugar central: lugar de identidade, de construção emocional, de paraíso possível. Com música original ao vivo de Leonardo Outeiro e interpretação e voz de Beatriz Brás, palavra e som cruzam-se num espaço onde se pode desacelerar, sentir e celebrar a importância dos outros. Mais do que uma narrativa, “O Paraíso São Os Outros” é uma experiência sensorial e poética, que propõe um tempo coletivo de contemplação sobre o amor e a sua presença no mundo.

Consultar Folha de Sala

FICHA TÉCNICA/ARTÍSTICA

Texto: Valter Hugo Mãe
Encenação: Nídia Roque
Interpretação: Beatriz Brás (atriz) e Leonardo Outeiro (músico)
Composição musical: Leonardo Outeiro
Cenografia e figurinos: Ângela Rocha
Apoio à construção: Catarina Sousa e Rita Cabrita
Confeção de figurinos: Aldina Jesus
Desenho de Luz: Rui Seabra
Cartaz: Ângela Rocha
Fotografias de cena: Bruno Simão
Registo vídeo e teaser: Pedro Jorge
Designer gráfico: Luís Belo

Produção: Ricardo Arenga/Teatro da Cidade
Parceria de comunicação: Coffeepaste
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto/DGArtes – Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Lisboa
Coprodução: Centro Cultural de Belém – Fábrica das Artes, Theatro Circo e Teatro da Cidade
Fotografias espectáculo: Luana Santos (Casa da Música Jorge Peixinho); Bruno Simão (Teatro da Cidade); Adriano Ferreira Borges (Theatro Circo)
Duração: 45 min. (aprox.)
Classificação etária: M/6

Oficina de Teatro e Cenografia

ONDE E QUANDO

Lisboa (PT)
CCB
27 a 30 de Janeiro, 2026:
3 sessões para escolas
31 Janeiro, 2026:
1 sessão para famílias

Montijo (PT)
Casa da Música Jorge Peixinho
14 de Fevereiro, 2026.
1 sessão para famílias

Braga (PT)
Theatro Circo
20 de Fevereiro, 2026.
1 sessão para famílias

Esta oficina de criação convida os participantes a construir um móbile a partir do universo do espetáculo “O Paraíso São os Outros”.

Destinada a um público a partir dos 8 anos e seus adultos, a oficina Paraísos Infinitos inicia-se com jogos teatrais orientados por Nídia Roque (encenadora), que servem de ponto de partida para pensar e explorar os temas do espetáculo: o amor, a família e as diferentes formas de relação. Através do corpo, do movimento e da escuta, estas experiências tornam-se inspiração para a etapa seguinte: a criação de um móbile.

Com a orientação de Ângela Rocha (cenógrafa), cada participante transforma essas vivências em criação plástica.

Também podes fazer esta oficina em casa ou na escola.

Livreto digital
Livreto para imprimir (Desdobrável A4)

Banda Sonora


FOLHA DE SALA

Topografia é o segundo espectáculo do Teatro da Cidade. Depois de Os Justos, de Albert Camus, decidimo-nos a um novo desafio: a criação colectiva original de um espectáculo que se debruça sobre o conceito de comunidade.
O teatro obriga-nos a experienciar este conceito, e quanto mais colectivo é o processo, mais nos confrontamos com a experiência de saber estar em comunidade. Quando decidimos ser “criadores colectivos” – palavras que, juntas, já por si se tornam paradoxais – abdicamos, em grande parte, da nossa individualidade para que de alguma forma a possamos testar ao mesmo tempo.
Saber que aos grupos de teatro se chama companhia é algo que diz bastante sobre a natureza do que se faz em palco. E, assim, a palavra companhia é cara ao conceito de Comunidade. O teatro é, ou pode ser, lugar para contrariar o que no mundo se vai vivendo:

se os dias correm mais depressa, no teatro a espessura do tempo, como nas ruínas, segura-nos; se nos tornamos individualistas na vida quotidiana, no teatro estamos inevitavelmente juntos.
Sobre Topografia pode dizer-se, sem querer entrar em autodefinições, que nasce da nossa cabeça, pode ser espelho destas pessoas, e assim há-de funcionar mais como espectáculo sobre a comunidade que é o Teatro da Cidade do que sobre outra comunidade qualquer. No entanto é sobre o mundo que queremos reflectir e para isso usamos referências e criamos situações que nada têm de nós.
Não há forma de reflectir inteiramente sobre um conceito tão vasto como Comunidade – algo que aprendemos com Os Justos e a Justiça – reflectimos sobre parte disso; e se nos propomos a pensar não encontraremos resposta: estamos, apenas, a iniciar um período de atenção em relação ao tema.

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